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	<title>Comentários sobre Polícia portuária federal</title>
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	<description>blog da Polícia portuária federal</description>
	<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 04:40:53 +0000</pubDate>
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		<title>Comentário para Brasília Comissão Especial PEC59/2007 por apulibelecoz</title>
		<link>http://policiaportuariafederal.stive.com.br/2008/11/21/brasilia-comissao-especial-pec592007/#comment-6982</link>
		<dc:creator>apulibelecoz</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 09:08:52 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;apulibelecoz...&lt;/strong&gt;

 &lt;a href="http://vuxarivysif.blogspot.com/2009/09/download-runescape-item-duper.html" rel="nofollow"&gt;bethany joy galeotti&lt;/a&gt; ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>apulibelecoz&#8230;</strong></p>
<p> <a href="http://vuxarivysif.blogspot.com/2009/09/download-runescape-item-duper.html" rel="nofollow">bethany joy galeotti</a> &#8230;</p>
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		<title>Comentário para Brasília Comissão Especial PEC59/2007 por razotevas</title>
		<link>http://policiaportuariafederal.stive.com.br/2008/11/21/brasilia-comissao-especial-pec592007/#comment-6953</link>
		<dc:creator>razotevas</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 18:16:58 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;razotevas...&lt;/strong&gt;

 &lt;a href="http://namelindablog.info/scratch-and-dent-wv/" rel="nofollow"&gt;Scratch And Dent Wv&lt;/a&gt; ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>razotevas&#8230;</strong></p>
<p> <a href="http://namelindablog.info/scratch-and-dent-wv/" rel="nofollow">Scratch And Dent Wv</a> &#8230;</p>
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	<item>
		<title>Comentário para Entrevista dada ao Blog Caso de Polícia por Cileno Borges</title>
		<link>http://policiaportuariafederal.stive.com.br/2008/06/28/entrevista-dada-ao-blog-caso-de-policia/#comment-6857</link>
		<dc:creator>Cileno Borges</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 23:22:32 +0000</pubDate>
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		<description>Aconteceu - 07/04/2009  18h25 
Viação e Transportes rejeita regulamentação de guarda portuária
Luiz Alves  
O relator, Décio Lima, rejeitou a proposta e defendeu a terceirização da guarda portuária em vez de sua institucionalização.
A Comissão de Viação e Transportes rejeitou, na quarta-feira (01/04), o Projeto de Lei 1215/03, do ex-deputado Carlos Souza, que regulamenta a guarda portuária.
Essa instituição está prevista na Lei de Modernização dos Portos (Lei 8630/93) e seria destinada a colaborar com os órgãos policiais na manutenção da ordem e a prevenção de crimes nos portos.
No entanto, o relator na comissão, deputado Décio Lima (PT-SC), defendeu a rejeição da proposta por considerar que ela contraria essa mesma lei. Na sua avaliação, a Lei de Modernização dos Portos permite a terceirização desses serviços, segundo as características de cada porto.
Retrocesso
"Tal orientação [a terceirização] combina com o espírito da própria Lei dos Portos, que aponta para a direção do aumento da produtividade do setor portuário mediante a racionalização da atividade econômica e o estímulo à livre concorrência", ressalta o parlamentar.
"Sob esses aspectos, então, a aprovação do projeto representa um inegável retrocesso", argumentou Lima em seu relatório.
Tramitação
De caráter conclusivo, o projeto ainda será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Redação.

RESPOSTA de um guarda portuário
O deputado e relator em questão que foi contrário ao projeto deveria rever seu parecer, ainda mais sendo do PT, pois uma coisa é analisar friamente a lei em um parlamento sem nunca, talvez, ter vivenciado o bastante o que é um porto organizado e outra é ver a aplicabilidade dessa lei vivenciando o contexto, realidade e particularidades do dia-a-dia de um porto, principalmente sob a ótica dos profissionais que fazem a segurança pública dessas áreas específicas e desconhecidas para aqueles que, em geral, não passam pela formação que os guardas portuários passam, pois estes são treinados especificamente em centros integrados da marinha e departamentos de portos e costas para atuar nessas áreas de fronteiras. Seria o mesmo que sugerir que os GPs fossem esporadicamente (como é feito após a terceirização da segurança nos portos, já que a rotatividade de vigilantes nos portos é muito grande) fazer a segurança de bancos, supermercados, etc. ou fazer o transporte de valores em carros fortes. O que se discute aqui é que segurança patrimonial pública dos portos e o fazer cumprir das normas e regulamentos atinentes a esta realidade não são apenas boa postura, disciplina e apresentação pessoal e nem apenas parte de um todo dentro do contexto do complexo mundo portuário, pois trabalhar em portos requer dentre outras coisas, também, os conhecimentos de várias leis específicas atinentes à realidade portuária e, principalmente, tempo para se conhecê-las pondo-as em prática; conhecer os riscos de acidentes e os procedimentos de segurança que são sempre mutáveis na dinâmica área de operação portuária; conhecer a interface navioxporto e seus desdobramentos; o que se quer e pretende nos portos primordialmente resguardar, combater, prevenir e atingir, coisa que com certeza já são suficientes para afirmar que as empresas de vigilância não são, assim, quase em nada  especializadas ao fornecimento dessa mão-de-obra. Aliás, essa portaria 180 é uma das coisas mais sem nexo existente na legislação do país, pois só estabelece a terceirização da segurança nos portos, mas não se volta a uma realidade básica quanto ao fornecimento dessa mão-de-obra, qual seja, a formação, qualificação e habilitação dessa mão-de-obra para atuar nessas áreas. Temos, sim, bons profissionais terceirizados que atuam na segurança dos portos aos lados dos guardas portuários, porém, não é de um dia para outro que eles aprendem o serviço e, quando aprendem, são sacados dos portos para outros postos como se o serviço nos portos pudesse ser equiparado com quaisquer outros postos de trabalho onde estes atuem. Senhor relator, estamos falando de segurança pública portuária, estamos falando de Segurança Nacional e gestão de informações. Assim, chega a ser um absurdo ver a tantos anos vigilantes, por força das circunstâncias, desqualificados trabalharem um ou dois serviços num porto e nunca mais voltarem. Onde fica, em escalas graduais, o desembaraço do serviço no dia-a-dia dos portos; e a integração e harmonização de procedimentos com os inúmeros órgãos federais e estaduais intervenientes que atuam nestes, principalmente com a PF, RF e Capitania dos Portos; e o conhecimento e aprimoramento técnicos da função e manuseio de equipamentos relativos aos que fazem à segurança pública e o célere (re) conhecimento das instalações físicas onde se atua; e o combate à “malandragem”, mesmo daqueles que transitam diariamente nestas instalações e que mesmo para os que fazem a segurança há anos nos portos, ainda podem ser ludibriados; e o entrosamento de uma equipe que permite uma rápida percepção e avaliação de um sinistro com a apresentação rápida de um diagnóstico e seu respectivo plano de ação que, em muitos casos, só a rotina de meses e anos do dia-a-dia no serviço permite essa possibilidade de um maior e melhor êxito; e o ISPS-CODE, nesse contexto? Portanto, deputado, repense seu parecer enquanto ainda é tempo, pois seu compromisso ideológico, nessa matéria, parece não está de acordo com o seu partido. Igualmente, hoje em dia, parte considerável da Guarda Portuária em todos os portos já tem cursos de graduação e até pós-graduação e, em que pese à escolaridade exigida para esta função, todos exercem suas atividades sem quaisquer deméritos à escolaridade exigida. Também, é inconcebível o senhor inferir que nossas atividades não necessitam de um maior grau de conhecimento, se assim o fosse, nenhuns de nós visualizariam a necessidade de continuar estudando, posto que em nada isso fosse acrescentar na melhoria do serviço. Essa sua argumentação chega ser até sem consistência, pois, embora o senhor como outros estejam onde estão por elegibilidade, me diga o senhor, qual a escolaridade do chefe maior da República? Alguém por acaso discute que o presidente Lula ora ostente o cargo que ostenta apenas sendo suficiente a escolaridade que possua para se manter neste? Por outro lado e em virtude do grau que, hoje, atingiu a democracia e com todo respeito aos nossos servidores políticos, nem isso, escolaridade, se exige para se chegar a estes cargos, nem por isso se deixa de reconhecer que para ser um parlamentar no mínimo de deva ter apuradas habilidades profissionais gerais, dentre as quais, notório conhecimento político-econômico e social, muitas vezes apreendido fruto de algum engajamento político-partidário ou em certos movimentos sociais. Portanto, para se (re) conhecer o campo no qual se vai atuar faz-se mister certo tempo e gosto pelo que se faz. Nisto a Guarda Portuária tem lastro, posto que a mesma já existe há mais de cem anos e incrivelmente ainda não teve o devido reconhecimento por tudo o que vem fazendo por todos nós brasileiros e de outras nacionalidades.

Cileno Borges . Cia. Docas do Pará</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aconteceu - 07/04/2009  18h25<br />
Viação e Transportes rejeita regulamentação de guarda portuária<br />
Luiz Alves<br />
O relator, Décio Lima, rejeitou a proposta e defendeu a terceirização da guarda portuária em vez de sua institucionalização.<br />
A Comissão de Viação e Transportes rejeitou, na quarta-feira (01/04), o Projeto de Lei 1215/03, do ex-deputado Carlos Souza, que regulamenta a guarda portuária.<br />
Essa instituição está prevista na Lei de Modernização dos Portos (Lei 8630/93) e seria destinada a colaborar com os órgãos policiais na manutenção da ordem e a prevenção de crimes nos portos.<br />
No entanto, o relator na comissão, deputado Décio Lima (PT-SC), defendeu a rejeição da proposta por considerar que ela contraria essa mesma lei. Na sua avaliação, a Lei de Modernização dos Portos permite a terceirização desses serviços, segundo as características de cada porto.<br />
Retrocesso<br />
&#8220;Tal orientação [a terceirização] combina com o espírito da própria Lei dos Portos, que aponta para a direção do aumento da produtividade do setor portuário mediante a racionalização da atividade econômica e o estímulo à livre concorrência&#8221;, ressalta o parlamentar.<br />
&#8220;Sob esses aspectos, então, a aprovação do projeto representa um inegável retrocesso&#8221;, argumentou Lima em seu relatório.<br />
Tramitação<br />
De caráter conclusivo, o projeto ainda será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Redação.</p>
<p>RESPOSTA de um guarda portuário<br />
O deputado e relator em questão que foi contrário ao projeto deveria rever seu parecer, ainda mais sendo do PT, pois uma coisa é analisar friamente a lei em um parlamento sem nunca, talvez, ter vivenciado o bastante o que é um porto organizado e outra é ver a aplicabilidade dessa lei vivenciando o contexto, realidade e particularidades do dia-a-dia de um porto, principalmente sob a ótica dos profissionais que fazem a segurança pública dessas áreas específicas e desconhecidas para aqueles que, em geral, não passam pela formação que os guardas portuários passam, pois estes são treinados especificamente em centros integrados da marinha e departamentos de portos e costas para atuar nessas áreas de fronteiras. Seria o mesmo que sugerir que os GPs fossem esporadicamente (como é feito após a terceirização da segurança nos portos, já que a rotatividade de vigilantes nos portos é muito grande) fazer a segurança de bancos, supermercados, etc. ou fazer o transporte de valores em carros fortes. O que se discute aqui é que segurança patrimonial pública dos portos e o fazer cumprir das normas e regulamentos atinentes a esta realidade não são apenas boa postura, disciplina e apresentação pessoal e nem apenas parte de um todo dentro do contexto do complexo mundo portuário, pois trabalhar em portos requer dentre outras coisas, também, os conhecimentos de várias leis específicas atinentes à realidade portuária e, principalmente, tempo para se conhecê-las pondo-as em prática; conhecer os riscos de acidentes e os procedimentos de segurança que são sempre mutáveis na dinâmica área de operação portuária; conhecer a interface navioxporto e seus desdobramentos; o que se quer e pretende nos portos primordialmente resguardar, combater, prevenir e atingir, coisa que com certeza já são suficientes para afirmar que as empresas de vigilância não são, assim, quase em nada  especializadas ao fornecimento dessa mão-de-obra. Aliás, essa portaria 180 é uma das coisas mais sem nexo existente na legislação do país, pois só estabelece a terceirização da segurança nos portos, mas não se volta a uma realidade básica quanto ao fornecimento dessa mão-de-obra, qual seja, a formação, qualificação e habilitação dessa mão-de-obra para atuar nessas áreas. Temos, sim, bons profissionais terceirizados que atuam na segurança dos portos aos lados dos guardas portuários, porém, não é de um dia para outro que eles aprendem o serviço e, quando aprendem, são sacados dos portos para outros postos como se o serviço nos portos pudesse ser equiparado com quaisquer outros postos de trabalho onde estes atuem. Senhor relator, estamos falando de segurança pública portuária, estamos falando de Segurança Nacional e gestão de informações. Assim, chega a ser um absurdo ver a tantos anos vigilantes, por força das circunstâncias, desqualificados trabalharem um ou dois serviços num porto e nunca mais voltarem. Onde fica, em escalas graduais, o desembaraço do serviço no dia-a-dia dos portos; e a integração e harmonização de procedimentos com os inúmeros órgãos federais e estaduais intervenientes que atuam nestes, principalmente com a PF, RF e Capitania dos Portos; e o conhecimento e aprimoramento técnicos da função e manuseio de equipamentos relativos aos que fazem à segurança pública e o célere (re) conhecimento das instalações físicas onde se atua; e o combate à “malandragem”, mesmo daqueles que transitam diariamente nestas instalações e que mesmo para os que fazem a segurança há anos nos portos, ainda podem ser ludibriados; e o entrosamento de uma equipe que permite uma rápida percepção e avaliação de um sinistro com a apresentação rápida de um diagnóstico e seu respectivo plano de ação que, em muitos casos, só a rotina de meses e anos do dia-a-dia no serviço permite essa possibilidade de um maior e melhor êxito; e o ISPS-CODE, nesse contexto? Portanto, deputado, repense seu parecer enquanto ainda é tempo, pois seu compromisso ideológico, nessa matéria, parece não está de acordo com o seu partido. Igualmente, hoje em dia, parte considerável da Guarda Portuária em todos os portos já tem cursos de graduação e até pós-graduação e, em que pese à escolaridade exigida para esta função, todos exercem suas atividades sem quaisquer deméritos à escolaridade exigida. Também, é inconcebível o senhor inferir que nossas atividades não necessitam de um maior grau de conhecimento, se assim o fosse, nenhuns de nós visualizariam a necessidade de continuar estudando, posto que em nada isso fosse acrescentar na melhoria do serviço. Essa sua argumentação chega ser até sem consistência, pois, embora o senhor como outros estejam onde estão por elegibilidade, me diga o senhor, qual a escolaridade do chefe maior da República? Alguém por acaso discute que o presidente Lula ora ostente o cargo que ostenta apenas sendo suficiente a escolaridade que possua para se manter neste? Por outro lado e em virtude do grau que, hoje, atingiu a democracia e com todo respeito aos nossos servidores políticos, nem isso, escolaridade, se exige para se chegar a estes cargos, nem por isso se deixa de reconhecer que para ser um parlamentar no mínimo de deva ter apuradas habilidades profissionais gerais, dentre as quais, notório conhecimento político-econômico e social, muitas vezes apreendido fruto de algum engajamento político-partidário ou em certos movimentos sociais. Portanto, para se (re) conhecer o campo no qual se vai atuar faz-se mister certo tempo e gosto pelo que se faz. Nisto a Guarda Portuária tem lastro, posto que a mesma já existe há mais de cem anos e incrivelmente ainda não teve o devido reconhecimento por tudo o que vem fazendo por todos nós brasileiros e de outras nacionalidades.</p>
<p>Cileno Borges . Cia. Docas do Pará</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário para Entrevista dada ao Blog Caso de Polícia por Alexandre</title>
		<link>http://policiaportuariafederal.stive.com.br/2008/06/28/entrevista-dada-ao-blog-caso-de-policia/#comment-6830</link>
		<dc:creator>Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 10:45:51 +0000</pubDate>
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		<description>Bom dia

Queria saber quando será realizado o novo concurso para Guarda-Porutario e quais as materias do concurso.

Um abraço,

Alexandre</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia</p>
<p>Queria saber quando será realizado o novo concurso para Guarda-Porutario e quais as materias do concurso.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Alexandre</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário para Entrevista dada ao Blog Caso de Polícia por Wilian Pereira Lauriano</title>
		<link>http://policiaportuariafederal.stive.com.br/2008/06/28/entrevista-dada-ao-blog-caso-de-policia/#comment-6827</link>
		<dc:creator>Wilian Pereira Lauriano</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 02:07:31 +0000</pubDate>
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		<description>Pessoal,

Não sabia que existia a PPF, torço para que vocês consigam os seus direitos.

Abraços

Wilian</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal,</p>
<p>Não sabia que existia a PPF, torço para que vocês consigam os seus direitos.</p>
<p>Abraços</p>
<p>Wilian</p>
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